terça-feira, 16 de agosto de 2011

das mortes

   A minha vodrasta (leia-se: a madrasta do meu avô) morreu. Não fui ao funeral, aliás, acho que só os meus avós foram e ninguém soube que ela tinha morrido até hoje. Também não fazia questão de ir ao seu funeral... Não me lembro dela, apesar de estar a tentar há horas lembrar-me do seu rosto... Só me consigo lembrar do caminho tortuoso para a sua casa no meio do nada (literalmente), onde ia pela mão do meu avô quando era pequena. O interior da sua casa está presente na minha memória, mas o seu rosto não. Lembro-me de os meus avós falarem nela de tempos em tempos, mas nunca foi assunto muito falado cá por estes lados, tal como o vodrasto (padrasto do meu avô). Não sei se fará falta ao meu avô (só ele saberá...), mas de qualquer forma... descanse em paz Avó L. :)

2 comentários:

  1. Eu acho que uma morte causa sempre sofrimento, pelo menos ás pessoas mais próximas. O caso do teu avô não será diferente. Apesar de não ser a sua mãe, conviveu com ela :/

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  2. Acho que a morte causa sempre sofrimento pelo menos àqueles que eram mais próximos...

    Quanto ao livro, ainda não o terminei mas estou a adorar e estou surpreendida com a quantidade de informações (algumas um pouco assustadoras) que ali estão =D

    .xoxo'

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